quinta-feira, 26 de março de 2020

Feedback das atividades em família.

A Matilde, tal como prometeu ontem, hoje fez as suas flores. Com caixas de ovos e rolo de papel dos guardanapos.Lindas!
 

 

 

O Rafael ontem esteve a "trabalhar" no quadro e hoje pintou os seus heróis:
 














O Bruno fez fichas:












O Lucas Caixeiro jogou o jogo do polvo com o pai, fez bolachinhas com a mãe e ainda fez fichas:
 

 

 

 


O Francisco também trabalhou muito:
 














O Gonçalo também deu notícias:
 


Não se esqueçam que também é muito importante brincar! 

Para refletir:

"O brincar permite que as crianças vivenciem experiências importantes para a sua vida através do lúdico, estimulando a sua criatividade, curiosidade e autonomia."

"... o brincar permite que as crianças tenham aprendizagens significativas e de qualidade, contribuindo para todo o seu processo de desenvolvimento e para a sua integração na sociedade."

"À medida que as capacidades da criança se vão desenvolvendo, ela deve ser estimulada a praticar brincadeiras mais elaboradas que conduzem a situações de aprendizagem mais complexas e que lhe permitam aumentar as suas capacidades. As brincadeiras devem ser adequadas ao nível de desenvolvimento de cada criança, oferecendo-lhe oportunidades de adquirir novas aprendizagens. “Ao brincar, a criança pensa, reflete e organiza-se internamente para aprender aquilo que ela quer, precisa, necessita, esta no seu momento de aprender.” (Machado, 1994, p.37)

"O brincar surge como uma fonte de experiências para a criança. Em termos educativos, constitui uma forma de a encorajar a ter mais experiências com o ambiente envolvente, desempenhando um papel importante no desenvolvimento sócio-emocional, no desenvolvimento motor e cognitivo (...). Através do brincar a criança aprende que pode controlar o ambiente e a ser mais competente com os objetos e as pessoas do seu ambiente (Nunes, 2001, p.143)"

"Estimular a leitura precoce compromete a formação de bases necessárias para a construção de outras linguagens. Além disso, pode provocar algumas consequências, como por exemplo: sobrecarga, deficiências na coordenação motora, apatia, desinteresse, desmotivação e stresse (Duarte, 2015). A psicóloga Eliana de Barros Santos explica ainda que, aprender a ler não é simplesmente decifrar as letras, mas sim dominar um sistema simbólico, o que exige um grande amadurecimento neuropsíquico (Santos, 2015, citado por Duarte, 2015). Resultados de pesquisas científicas nas mais variadas áreas comprovam que o stresse e a pressão, incluindo a pressão do tempo, prejudicam dramaticamente o desenvolvimento das crianças. Além disso, não há até o momento qualquer indício de que o adiantamento da idade de escolarização incentivaria um desenvolvimento sadio, menos ainda que isso aumentaria a alegria de aprender e os resultados do aprendiz (Hiller, Lang & Rawson, 2015). Um esforço intelectual precoce e muitas vezes unilateral das forças de desenvolvimento da criança, por meio do aprendizado escolar, pode ter como consequência um enfraquecimento das capacidades anímicas, sociais e mentais (Hiller, Lang & Rawson, 2015). Mais pesquisas efetuadas com crianças que foram escolarizadas precocemente, demonstraram que estas chegavam a apresentar, a curto prazo, alguns sintomas como: dificuldades de aprendizagem, cansaço escolar, deficiência de atenção ou perda de motivação. A longo prazo, pode levar a um prejuízo do potencial de desenvolvimento, enquanto futuros jovens e adultos (Hiller, Lang & Rawson, 2015).


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