A Matilde, tal como prometeu ontem, hoje fez as suas flores. Com caixas de ovos e rolo de papel dos guardanapos.Lindas!
O Rafael ontem esteve a "trabalhar" no quadro e hoje pintou os seus heróis:
O Bruno fez fichas:
O Lucas Caixeiro jogou o jogo do polvo com o pai, fez bolachinhas com a mãe e ainda fez fichas:

O Francisco também trabalhou muito:
O Gonçalo também deu notícias:
Não se esqueçam que também é muito importante brincar!
Para refletir:
"O brincar permite que as crianças vivenciem experiências importantes
para a sua vida através do lúdico, estimulando a sua criatividade, curiosidade e
autonomia."
"... o brincar permite que as
crianças tenham aprendizagens significativas e de qualidade, contribuindo para
todo o seu processo de desenvolvimento e para a sua integração na
sociedade."
"À medida que as capacidades da criança se vão desenvolvendo, ela
deve ser estimulada a praticar brincadeiras mais elaboradas que conduzem a
situações de aprendizagem mais complexas e que lhe permitam aumentar as
suas capacidades. As brincadeiras devem ser adequadas ao nível de
desenvolvimento de cada criança, oferecendo-lhe oportunidades de adquirir
novas aprendizagens. “Ao brincar, a criança pensa, reflete e organiza-se
internamente para aprender aquilo que ela quer, precisa, necessita, esta no
seu momento de aprender.” (Machado, 1994, p.37)
"O brincar surge como uma fonte de experiências para a criança. Em termos
educativos, constitui uma forma de a encorajar a ter mais experiências com o
ambiente envolvente, desempenhando um papel importante no desenvolvimento
sócio-emocional, no desenvolvimento motor e cognitivo (...). Através do brincar a
criança aprende que pode controlar o ambiente e a ser mais competente com os
objetos e as pessoas do seu ambiente (Nunes, 2001, p.143)"
"Estimular a leitura precoce compromete a formação de bases necessárias para
a construção de outras linguagens. Além disso, pode provocar algumas
consequências, como por exemplo: sobrecarga, deficiências na coordenação motora,
apatia, desinteresse, desmotivação e stresse (Duarte, 2015).
A psicóloga Eliana de Barros Santos explica ainda que, aprender a ler não é
simplesmente decifrar as letras, mas sim dominar um sistema simbólico, o que exige
um grande amadurecimento neuropsíquico (Santos, 2015, citado por Duarte, 2015).
Resultados de pesquisas científicas nas mais variadas áreas comprovam
que o stresse e a pressão, incluindo a pressão do tempo, prejudicam
dramaticamente o desenvolvimento das crianças. Além disso, não há até o
momento qualquer indício de que o adiantamento da idade de escolarização incentivaria um desenvolvimento sadio, menos ainda que isso aumentaria a
alegria de aprender e os resultados do aprendiz (Hiller, Lang & Rawson, 2015).
Um esforço intelectual precoce e muitas vezes unilateral das forças de
desenvolvimento da criança, por meio do aprendizado escolar, pode ter como
consequência um enfraquecimento das capacidades anímicas, sociais e mentais
(Hiller, Lang & Rawson, 2015).
Mais pesquisas efetuadas com crianças que foram escolarizadas
precocemente, demonstraram que estas chegavam a apresentar, a curto prazo,
alguns sintomas como: dificuldades de aprendizagem, cansaço escolar, deficiência de
atenção ou perda de motivação. A longo prazo, pode levar a um prejuízo do potencial
de desenvolvimento, enquanto futuros jovens e adultos (Hiller, Lang & Rawson, 2015).